Melhores projetos de reabilitação urbana são conhecidos a 18 de maio

Melhores projetos de reabilitação urbana são conhecidos a 18 de maio
© Museu Vista Alegre / Montebelo Vista Alegre Ílhavo Hotel

Na edição de 2026, o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana tem 80 projetos a concurso, de norte a sul do país, incluindo ilhas.

É já na próxima segunda-feira, dia 18 de maio, que se realiza a cerimónia de entrega do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, este ano pela primeira vez no Museu Vista Alegre, em Ílhavo.

Iniciativa da revista Vida Imobiliária, o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana distingue anualmente os melhores projetos de reabilitação urbana do país. Este ano, estão a concurso 80 intervenções em 30 concelhos, nomeadamente em Abrantes, Alandroal, Angra do Heroísmo, Braga, Cascais (Carcavelos), Coruche, Elvas, Espinho, Fornos de Algodres, Guimarães, Leiria, Lisboa, Maia, Matosinhos, Nisa, Oeiras (Algés), Olhão, Oliveira de Frades, Penela, Peniche, Ponta Delgada, Ponte de Lima, Porto, Seixal, Sintra, Tavira, Trofa, Viana do Castelo (Afife), Vila Nova de Famalicão e Vila Nova de Gaia. São mais de 300 mil metros quadrados intervencionados, de edifícios a espaço público, alvo de operações de reabilitação e de requalificação urbanas que valorizam o património edificado e qualificam as cidades.

Este ano, apresentam-se 29 candidatos ao Prémio de Melhor Reabilitação de Uso Residencial; 17 candidatos ao Prémio de Melhor Reabilitação de Uso Comercial & Serviços; 19 candidatos ao Prémio de Melhor Reabilitação com Impacto Social; e 15 candidatos ao Prémio de Melhor Reabilitação de Uso Turístico. Destaque para as participações das cidades de Lisboa (26 candidatos) e do Porto (15 candidatos), juntas representam 51% das candidaturas.

Prémio Nacional de Reabilitação Urbana será atribuído em 10 categorias

Anfitriã desta cerimónia, caberá a Bárbara Guimarães revelar os nomeados e o grande vencedor em cada uma das dez categorias a concurso: Residencial; Turismo; Comércio & Serviços; Impacto Social; Cidade de Lisboa; Cidade do Porto; Sustentabilidade; Reabilitação Estrutural; Restauro; e Melhor intervenção com área inferior a 1000 m².

A seleção dos vencedores coube ao júri do Prémio e que em 2026 conta com as participações do Presidente da AICCOPN e da CPCI, Manuel Reis Campos; do arquiteto e professor jubilado da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), Carlos Prata; da arquiteta e coordenadora do programa de mestrado e investigadora no departamento de arquitetura da Universidade Autónoma de Lisboa, Inês Lobo; do economista e professor do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa (ISEG), João Carvalho das Neves; e do professor catedrático do Instituto Superior Técnico, Manuel Duarte Pinheiro.

O júri do PNRU conta com a assessoria técnica e científica de várias entidades independentes, designadamente, do Instituto para a Construção Sustentável que apoia a seriação dos melhores candidatos na categoria "Reabilitação Estrutural". E, ainda, da ADENE – Agência para a Energia e da Savills na avaliação dos melhores projetos na categoria "Sustentabilidade".

Destacar o apoio e curadoria do arquiteto Eduardo Souto de Moura que se associa ao Prémio Nacional de Reabilitação Urbana na atribuição do Prémio "Mestres da Construção". Este prémio é atribuído a um profissional, com mais de 10 anos de experiência, que se distingue no âmbito da sua arte e do seu ofício. Falamos de carpinteiros, canteiros, pedreiros, estucadores, entre tantas outras categorias profissionais, que preservam uma arte ou ofício.

Setor reforça apoio à reabilitação urbana

O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana conta o apoio alargado da SECIL. São patrocinadores platina a Savills, a Schmitt + Sohn Elevadores e a VICTORIA Seguros. Na categoria ouro incluem-se a BOSCH, a MAPEI, a Revigrés e a Saint-Gobain.

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