1965 Cidade Jardim: Onde a vida foresce

1965 Cidade Jardim: Onde a vida foresce

Este novo bairro com cerca de 400 novos apartamentos promete reforçar significativamente a oferta habitacional de Loures.

O 1965 está a surgir em Santo António dos Cavaleiros, pela mão da AM48, um novo projeto residencial que se assume não apenas como empreendimento, mas como

um bairro completo.

Há ideias que atravessam o tempo e que, quando finalmente ganham forma, transformam a maneira como se vive. O 1965 Cidade Jardim nasce a partir de uma visão de cidade pensada há décadas para Santo António dos Cavaleiros e que hoje a promotora quer concretizar com uma nova ambição: criar uma centralidade onde tudo faz parte do mesmo lugar. Um lugar onde a vida floresce e onde o quotidiano encontra um novo equilíbrio entre cidade e natureza.

O 1965 Cidade Jardim é desenhado de raiz para responder às exigências reais da vida contemporânea, articulando habitação, comércio, serviços e espaço público de forma coerente, criando uma experiência contínua, intuitiva e próxima. A proposta parte de uma ideia simples, mas transformadora: “aproximar tudo aquilo que normalmente está disperso, reduzindo distâncias, simplificando rotinas e devolvendo tempo ao dia.

Aqui, sair de casa deixa de ser uma necessidade ‒ passa a ser um prolongamento natural da própria casa e da própria vida”, descreve a AM48.

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Soluções para diferentes fases de vida

Com cerca de 400 apartamentos distribuídos por sete edifícios, e tipologias que vão de T1 a T4, o projeto responde a diferentes fases de vida, desde primeiras habitações a soluções mais amplas e familiares. No piso térreo, mais de 25 espaços de comércio e serviços são criados numa lógica de proximidade ‒ supermercado, restauração, ginásio com wellness center, farmácia, espaços de coworking e serviços do quotidiano ‒ para criar um bairro ativo, funcional e vivido ao longo de todo o dia, “onde a conveniência se traduz em qualidade de vida”.

Novo parque urbano é a base do 1965 Cidade Jardim No centro desta nova centralidade, o Parque Urbano assume-se como elemento estruturante e identitário. Mais do que um espaço verde, “é a base sobre a qual o bairro se organiza e ganha sentido: liga percursos, enquadra a praça, acompanha o ritmo do dia-a-dia e reforça a ligação entre as diferentes zonas do projeto. O verde deixa de ser periférico para se tornar presença constante, criando um ambiente mais equilibrado, confortável e respirável”. Entre zonas ajardinadas, percursos pedonais, áreas de lazer e espaços de encontro, o bairro constrói-se como um todo contínuo, pensado à escala dos residentes.

Neste sentido, a praça central assume-se como ponto de encontro e permanência, “um espaço aberto, vivido e integrado, onde o comércio, os serviços e o espaço público se cruzam e dão origem a uma dinâmica urbana natural, segura e vibrante”. As frentes ativas e os eixos pedonais estruturam o bairro e dão-lhe continuidade, “promovendo uma experiência urbana completa, onde o espaço público deixa de ser apenas passagem para se tornar destino”.

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Elegância, funcionalidade e conforto

A arquitetura acompanha esta visão integrada, com uma linguagem contemporânea que procurou equilibrar elegância, funcionalidade e conforto. Nestes espaços, são usados materiais nobres, com atenção ao detalhe e “uma forte relação entre interior e exterior”. Varandas generosas e terraços amplos procuram “prolongar” a casa para o exterior, potenciando a entrada de luz natural e reforçando a ligação ao verde.

Certificação BREEAM reforça compromisso com a sustentabilidade

A sustentabilidade é um pilar estruturante e transversal a todo o projeto. Está presente na eficiência energética, no conforto térmico, na qua lidade do ar interior e na escolha dos materiais, mas também na forma como o bairro é pensado e vivido. A aposta na mobilidade suave, nos percursos pedonais, na redução da dependência do automóvel e na gestão eficiente de recursos contribui para um estilo de vida mais equilibrado, saudável e consciente. A certificação BREEAM reforça este compromisso, garantindo elevados padrões ambientais e uma valorização consistente ao longo do tempo.

Primeiros apartamentos serão entregues em 2028

O 1965 Cidade Jardim será desenvolvido em várias fases, e os primeiros apartamentos serão entregues a partir de 2028. A AM48 reforça que “não se trata de um edifício isolado, mas da construção progressiva de um bairro com identidade própria, que ganha vida, densidade e consistência a cada fase, consolidando uma nova centralidade e contribuindo para a valorização de toda a envolvente”.

“Mais do que construir habitação, o 1965 Cidade Jardim concretiza uma visão: a de uma cidade pensada como um todo, onde tudo se liga, tudo faz sentido e tudo está próximo. Uma cidade onde não é preciso escolher entre conveniência e qualidade de vida, porque ambas coexistem de forma natural. Um lugar para criar raízes, onde o quotidiano se simplifica, o tempo se valoriza e a vida floresce ‒ todos os dias”.