No mês de março, a taxa de juro implícita do crédito à habitação subiu para 3,088%, a primeira subida que se regista desde janeiro de 2024. A informação agora divulgada pelo INE mostra que este valor aumentou 0,9 pontos base face a fevereiro.
Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a tendência foi inversa, com a taxa a descer para 2,830%, menos 4,1 pontos base face ao mês anterior.
No período analisado, o valor médio da prestação mensal subiu para 402 euros, mais 5 euros do que em fevereiro e mais 4 euros em termos homólogos. Do total, 196 euros dizem respeito a juros (48,8%) e 206 euros à amortização de capital (51,2%).
Nos contratos mais recentes, a prestação média fixou-se em 700 euros, o que representa uma subida mensal de 5 euros e um aumento de 15,9% face ao mesmo mês do ano passado.
Por outro lado, o capital médio em dívida para o total dos contratos aumentou 584 euros em março, atingindo 77.078 euros. Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio em dívida subiu para 175.838 euros, mais 3.976 euros do que no mês anterior.
No segmento de aquisição de habitação, a taxa de juro implícita subiu para 3,086% no total dos contratos. Já nos contratos mais recentes, verificou-se uma descida, com a taxa a fixar-se em 2,823%.